Fudendo Com Forca Ate A Vadia Gritar

Fudendo Com Forca Ate A Vadia Gritar

Fudendo Com Forca Ate A Vadia Gritar

"como relatei aqui pra vocês no primeiro conto, eu fodi minha chefe;-Depois de um banho maravilhoso conversamos um pouco e ela me elogiava muito dizia que jamais acha que eu iria faze ela se achar mulher de novo, eu também a elogiei bastante e fiz algumas caricias nela que logo despertou meu pau deixando ele durinho, ela falou que queria da pra mim mais uma vez eu apena a deitei na cama e já comei a chupa-la que delicia aquela buceta bem raspadinha pequenininha,lábia, enfiava um dedo depois enfiei dois ela gemia feita uma louca, depois diz um 6X9 ela mamando meu cacete e eu aproveitei pra dar umas dedadinha naquele cuzinho, ela não reclamou e eu pensei agora vou concretizar meu sonho vou comer esse cuzinho que parece que nunca foi fudido, mais uma vez a coloquei de quatro e comecei a bobar naquela buceta, dessa vez eu a xingava de vadia gostosa, putinha, safada, depois de muito xingamento e tapas naquele rabo, eu com o pau dentro dela fui no ouvido dela e falei sabe o que eu quero agora chefinha?-ela falou pede meu safado, hoje eu sou sua seu filha da puta, o que você, fala?-eu falei eu quero foder seu cuzinho quero ele pra mim!-ele falou come seu cachorro, eu adoro da ele, aquele corno do meu marido não gosta de foder ele…– eu sem pestanejar dei uma cuspida na entrada do cuzinho dela, e continuei metendo o pau na buceta dela, ela rebolava muito e gritava fode tarado, come sua chefinha come, eu sei que você sempre quis me comer, sua cara não nega, eu falei sempre mesmo, e dai tirei o pau da buceta dela e coloquei na entrada do cuzinho dela, ela se ajeitou melhor e foi se curvando pra traz, ela mesma fez questão de deixa o pau entrar devagar nela, e me perguntado se eu estava gostando eu apenas gemia e fala safada, cachorra, quando entrou tudo eu comecei a bombar forte, ela falou vai seu safado filha da puta eu vou goza vai, mete, come, vai, arregaça tudo, sentir ele tremer, foi quando ela falou gozei… dei mais uns tapas naquela bunda e socava forte já não aguentava mais e queria gozar dai não aquentei e acelerei as estocada quando apertei aquela bunda bem forte e explodi todo gozo dentro daquele cuzinho…foi maravilhoso comer minha chefe, não estou na mesma sessão que ela mas direto saímos pra almoça e dar umas trepada, já tem 4 meses que como ela e ela sempre maravilhosa, disse pra mim que ate o casamento dela melhorou depois que começamos a sair r o que mais admiro nela é que ela é do tipo de mulher que é uma dama na sociedade e uma verdadeira puta na cama!!!"Ela parou de exitar e voltou a ficar de 4 abrindo a bunda -Entao coloquei a rola novamente no seu cu e começei a ir e vir naquele cu novamente"Eu: vai devagar…Daniel: ok, só dessa vez"Marcela, Marlene e Marta, trancadas no seu cativeiro, presas com correntes à cama, há cinco dias, sem sofrerem novas agressões, davam graças ao Senhor, mas por outro lado, estavam sem se alimentar todo este tempo. Ela girava a língua em volta do pau do sobrinho enquanto ele socava ainda mais a pica na sua boca, mexendo o quadril e fudendo seus lábios com rapidez e força.

Ele aproveitava e forçava pra frente seu nervo duro, até que senti que havia entrado a cabeça. Continuei no papo e disse que um pau daquele não faria cócegas nem em mim que sou baixa e tenho a""Moro em uma cidade bem pequena coisa de três mil habitantes, aqui quase não tem emprego ai fui trabalhar com meu tio numa cidade maior a uns 30 km da minha cidade, trabalhei com meu tio uns dois meses até ele terminar a casa que estava fazendo me deu o dinheiro combinado e eu comprei uma moto bem barata, pois estava com a documentação atrasada, mas nem liguei eu num tenho carteira mesmo, então a Dona Nair a dona do restaurante onde nos pegávamos comida, quando estávamos fazendo a casa, me ofereceu um emprego de entregador para o restaurante, teria de entregar Marmitex, bom aceitei dava um bom lucro e ainda me deixaria dormir num puxado no fundo do restaurante, trabalhava nesse restaurante ela seu marido o Sr Rodolfo, seu filho Carlos e a sua nora, a mulher de Carlos, Cintia, essa sim valia a pena eu não tinha visto uma mulher tão linda olhos verdes cabelos negros não muito longos, uma cintura fina um quadril grande e uma bunda arrebitada uns seios grandes e duros que ficavam saído para cima do decote, nossa eu babava de ver aquela gata, mas já tinha dono melhor não se meter com isso, eu pensava assim mas ela não, toda vês que eu ia pegar as marmitas ela me provocava, passando a língua na boca me encarando, teve vês que ela até esfregou a bucetinha me olhando, eu já ficava de pau duro e tinha de correr para o banheiro descarregar, ela sabia disso pois quando eu voltava ela me olhava e sorria, isso foi dias após dias um dia eu estava La esperando sair a comida e como sempre ajudando na cozinha o Carlos marido da Cintia não havia vindo naquele dia disseram que ele fora com o pai na capital e só voltaria no outro dia, ficou só eu a dona Nair a cozinheira e duas garçonetes que ficavam só no salão arrumando e servindo os fregueses, e claro Cintia que estava hoje mais provocativa do que nunca, chegou até a passar a mão na minha bunda, eu já não estava aguentando mais aquelas provocações, quando ela foi no deposito pegar umas caixas de copos eu fui atrás assim que ela entrou e se abaixou para pegar a caixa eu a peguei por trás, a abracei forte segurando com força, e levei a mão em seus seios a outra desci no vão de suas pernas, sua buceta estava molhada, ela tentou se livra, vi que ela iria gritar e tapei sua boca com uma das mãos, com a outra ergui sua saia e só afastei a calcina para o lado, empurrei o corpo dela para frente que se apoiou numa pilha de caixa, ficando com a bunda empinada, ela meio que se debatia, mas não dei mole, sem cuspe nem nada enfiei meu cacete dentro de sua buceta, nossa senti que ia rasgar meu pinto, pois entrou com pentelhos e tudo, dei duas estocadas ela gemeu de dor, tirei a mão de sua boca, e comecei a estocar num vai e vem com estocada fortes meu cassete estava doendo, mas logo sua buceta fico macia e molhada, com movimentos de entra e sai frenético eu massageava seus seios, ela gemia baixinho, então senti que estaria gozando, e sem perder tempo enfiei o pinto o Maximo que pude dentro dela, e enchi sua buceta de porra, ela gemeu alto, fiquei com medo de alguém ter escutado, retirei o pinto rapidamente e me afastei dela, foi o tempo de dona Nair entrar no deposito, e nos paga com caixas de copos na mão já saindo, Cintia virou para mim e disse, muito obrigado eu respondi de nada, e saímos, Dona Nair ficou olhando e pareceu não ter desconfiado de nada.