Dançando Na Balada

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Dançando Na Balada

Dançando Na Balada

Deitei-a na maca, suspendi um pouco a blusa dela ( ela estava de saia curta e vi a calcinha quando ela deitou na maca) e comecei a massagear a barriga procurando alguma dor.

Eu muito doido com suas sacanagen te apertando e dançando muito colados te levando a muita diversão com muito tesao e ouvindo você falando que esta toda molhada e sentindo ela enchadinha com muita vontade é anciosa de sentir o negão que estava te rosando entrando nela e poder ter a sensação de sentir um negão grosso me rasgando e arrombando com muita preção na minha bucetinha que vai engolir ele todinho e sentir gostoso beijando sua boca. Nosso relacionamento não era mais de pai e filha, era de marido e mulher, e com isso a relação com a minha mulher foi esfriando, mas íamos levando a vida como dava, tudo piorou quando Luiza começou a trabalhar de dia e a ir para faculdade a noite, com seu dia puxado não tínhamos tanto tempo para nossas transas e com isso ela começou a ter ciúmes da mãe, brigas constantes entre elas deixava o ambiente cada vez pior, e Ana não entendi o motivo da agressividade da nossa filha, mas eu sabia muito bem, e logo as brigas pioraram e eu acabava brigando também e já não agüentava mais essa vida, tomei então a decisão de sair de casa, Ana não ficou tão abalada quanto imaginava, talvez tivesse algum caso que eu não sabia, mas pouco me importava. Eu a fodia com força, fazendo Paolla gemer alto. – Quem deu autorização para você falar, verme? – perguntou Sabrina com tom super autoritário.

Ela na cumplicidade do meu prazer, se deita no peito dele e abre bem as pernas para eu ver bem o pau dele a fudendo copiosamente. Na hora eu obedeci como uma cachorra, chupava com vontade passando a língua na cabeça e depois chupando aquelas bolas, Igor gemia como um virgem e me deixava cada vez mais excitada.